quinta-feira, 28 de agosto de 2025

PRESIDENTE DO SINDSERV/PROPRIÁ ANUNCIA QUE O SALÁRIO DOS SERVIDORES MUNICIPAIS ESTÁ DISPONÍVEL PARA SAQUE NESTA QUINTA-FEIRA, DIA 28


Na manhã desta quinta-feira, dia 28, o Presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Propriá (SINDSERV/PROPRIÁ), Jânio Melo, anunciou através de informações do Prefeito Municipal,  que o pagamento dos salários dos servidores públicos municipais referente ao mês de agosto e já está disponível para saque nesta quinta-feira, dia 28.

Com isso, os servidores públicos poderão desfrutar dos seus salários no final de semana com dinheiro na conta. Vale ressaltar que o pagamento dos salários é um compromisso do Prefeito de Propriá, sob a gestão de Luciano de Menininha, que vem cumprido rigorosamente com os pagamentos mensais dos Servidores públicos.

quarta-feira, 27 de agosto de 2025

SINDSERV/PROPRIÁ SOLICITA AO PREFEITO PARA DAR INICIO A REVISÃO DO PLANO DE CARGOS, CARREIRAS E SALÁRIOS DOS SERVIDORES PÚBLICOS

A minuta do plano já foi entregue ao prefeito, e faz parte de uma série de ações administrativas e orçamentárias que vem sendo implementadas desde do inicio do ano 2025, com a diminuição dos gastos com com contratações.

O Presidente do SINDSERV/PROPRIÁ, Jânio Melo, pede celeridade a Prefeito Municipal Luciano de Menininha (PP), para dar início ao processo de revisão da estrutura organizacional que deve ser Solicitada pelo Executivo Municipal, a proposta da Minuta apresentada pelo SINDSERV/PROPRIÁ, deve passar por estudos preliminares, elaborados pela assessoria jurídica da prefeitura ou por uma empresa contratada mediante processo licitatório. A minuta do Plano prevê a modernização dos instrumentos de gestão de pessoas, incluindo o Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração dos servidores municipais em todos seus aspectos, inclusive o da Guarda Civil Municipal (GCM).

O novo Plano de Carreira sugere ao Município a implementação de uma série de diretrizes para que os servidores públicos tenham um plano de progressão salarial, considerando a capacitação e o mérito profissional, o que levará a extinção do crescimento vegetativo da folha de pagamento. Além disso, a iniciativa prevê que o servidor progrida na carreira conforme a contrapartida de qualificação e desempenho.

“Os servidores têm um salário muito defasado e acrescentam a ele apenas o tempo de serviço, o que é muito pouco. O plano de cargos e salário reconhece e valoriza os profissionais, incentiva a maior capacitação em todas as áreas, o que trará benefício para todos inclusive para a gestão municipal, que tem um prefeito comprometido em valorizar os servidores públicos”, comentou o Presidente do SINDERV/PROPRIÁ, Jânio Melo

O plano, tem que fazer parte de uma série de ações administrativas e orçamentárias que vem sendo implementadas desde do inicio de 2025, com a diminuição dos gastos com contratados da esfera pública, aumento da arrecadação e reestruturação da estrutura organizacional.

Em 2023, os gastos com quadro de funcionários chegaram a menos de 49,80%, da Receita Corrente Liquida do município. No ano seguinte, em 2024, houve um aumento  das despesas dessa natureza, aumentado para 49,08%. Já em 2025, uma nova queda deve ser registrada com a folha salarial de servidores, em comparação com a arrecadação, isso porque, o orçamento municipal que esta em vigência  aumentou para.

A atual gestão tem compromisso com os servidores, por isso, vem apresentando uma série de mudanças para os servidores. Dentre eles, o reajuste dos salários dos servidores e os devidos pagamentos dentro do mês trabalhado.

Além disso, O SINDSERV/PROPRIÁ, também apresentou uma minuta para a criação do Vale-alimentação, que futuramente deve passar por uma avalição, para valorizar ainda mais os servidores públicos.  

Agora, o próximo passo é concluir os ajustes finais da proposta e posteriormente, encaminhar a Minuta do Projeto de Lei à Câmara de Vereadores para ser apreciado pelo Legislativo. A previsão é de que o plano seja implementado até o final deste ano e já está previsto na Lei de Diretrizes orçamentárias aprovada este ano pelos vereadores. 

MATÉRIAS ANTERIORES:

*PAUTA POSITIVA: PREFEITO LUCIANO DE MENININHA RECEBE DO SINDSERV/PROPRIÁ PAUTA DE REINVIDICAÇÕES DOS SERVIDORES PÚBLICOS* 
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*PRESTE ATENÇÃO!SINDSERV/PROPRIÁ ENTREGA PAUTA AO PREFEITO E O RAD. GIVALDO SILVA FALA A VERDADE. SE LIGUE! "A MARRETA VAI VOAR DO CABO"* 

*SINDSERV/PROPRIÁ ENTREGA MINUTA DA PROPOSTA PARA CONCESSÃO DO VALE-ALIMENTAÇÃO AOS SERVIDORES E LUCIANO DE MENININHA VAI FAZER UM ESTUDO DE VIABILIDADE* 

*PRESIDENTE DO SINDSERV/PROPRIÁ RECEBE VISITA DE GUARDAS MUNICIPAIS DE PROPRIÁ PARA DISCUTIR DEMANDAS DA CATEGORIA E NOVAS FILIAÇÕES* 
 *COMPARTILHE!* 

terça-feira, 26 de agosto de 2025

A ESPECULAÇÃO IMOBILIÁRIA NA CIDADE É CRIME? ESPECULAÇÃO IMOBILIÁRIA E DESMATAMENTO DEVASTAM TERRAS NA BARRA. ATÉ QUANDO? ENTENDA A POLÊMICA PRÁTICA E SEUS EFEITOS.

Controversa no meio imobiliário, prática pode gerar altos lucros ao especulador, mas impactos negativos na cidade e à população mais carentes. Os vereadores estão em silêncio. porque?

Especulação imobiliária na Barra dos Coqueiros, se tornou um assunto polêmico, muito discutido no mercado imobiliário. Por um lado, a prática é considerada injusta e prejudicial. Já para seus praticantes, é tida como uma boa forma de obter altos lucros.

Segundo o dicionário Priberam, no comércio, o termo especulação refere-se a uma “operação de resultados incertos e arriscados, mas de grande vantagem se for bem sucedida”. Ou seja, é um investimento feito apenas com base em teorias.

Mas você sabe o que é especulação imobiliária e seu significado, como ela funciona e por que ela é considerada injusta por algumas pessoas na cidade? Confira neste guia do InvestNews.

O que é especulação imobiliária e como funciona

Especulação imobiliária é o nome dado a uma prática de mercado que consiste na compra de imóveis como casas, terrenos e salas comerciais, sem utilizá-los, apenas com a intenção de vendê-los a um preço maior depois.

Aqui, o investidor não obtém lucro com aluguéis ou outro uso dado ao imóvel, mas sim decorrente da valorização deste, do aumento de seu preço no mercado imobiliário.

Basicamente, o comprador “estoca” esse bem, especulando uma elevação de seu valor de mercado e a obtenção de lucro com a revenda. O objetivo aqui não é utilizar o bem, mas sim obter vantagem sobre o aumento do preço dos imóveis.

Vários fatores podem resultar nesse encarecimento do imóvel, como melhorias na estrutura do bairro, no transporte ou até em bairros adjacentes, assim como um aumento da demanda por imóveis da região. Veja abaixo quais são eles.

É importante mencionar que esses são fatores externos que, sozinho, o investidor não consegue alterar. Por isso o termo “especulação”, pois baseia-se em estudos e suposições.

O interesse do especulador é puramente vender a propriedade obtendo o maior retorno possível do investimento. Ele mantém esse imóvel durante determinado tempo até que as condições sejam favoráveis o suficiente para obter o máximo de sucesso possível em seu negócio.

Assim que consegue atingir esse objetivo, o ciclo de especulação sobre esse imóvel acaba.

Essa é uma prática realizada não apenas por investidores individuais, mas por diversas empresas também – o que tem se tornado um problema crescente na Barra dos Coqueiros.

O que diferencia o especulador de outros compradores de imóveis é a não utilização da propriedade com interesse em sua valorização. Se você possui um imóvel que não utiliza, mas que aluga por temporada, por exemplo, não é considerado especulação.

Especulação imobiliária é crime?

Apesar de ser considerada injusta, a especulação imobiliária não é considerada crime, já que não é possível impedir que alguém realize a compra de imóveis visando apenas o lucro.

Não existe no Brasil uma regulação específica sobre o assunto, no entanto, existem regras sobre o uso de imóveis, e algumas medidas do governo para frear o número de ocorrências desse tipo.

A especulação imobiliária na Barra dos Coqueiros, vem trazendo diversas consequências para a população, que serão mencionadas mais abaixo, por isso, o município deve tomar as providências para evitá-la.

A Constituição Federal (CF) de 1988 estabelece que a propriedade deve cumprir a sua função social, segundo o inciso XXIII do artigo 5º, que trata do direito básico à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade.

Ainda de acordo com a Constituição, o artigo 182º, regulamentado com a criação do Estatuto da Cidade (Lei n° 10.257/2001), que determina diretrizes gerais da política urbana, define que “a política de desenvolvimento urbano, executada pelo Poder Público municipal, conforme diretrizes gerais fixadas em lei, tem por objetivo ordenar o pleno desenvolvimento das funções sociais da cidade e garantir o bem estar de seus habitantes”.

Para tal, o município pode até exigir do proprietário de um imóvel ou terreno não utilizado que promova seu adequado aproveitamento de forma a atender essa função social.

Segundo a Constituição as penas para quem não cumprir o que é estabelecido no artigo são: 
* Parcelamento ou edificação compulsórios
*Imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana progressivo no tempo (aumento do IPTU, Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana);
* Desapropriação com pagamento mediante títulos da dívida pública de emissão previamente, com prazo de resgate de até dez anos, em parcelas anuais.

Como vimos, não há uma lei específica que proíba a prática de especulação imobiliária, entretanto, o poder público adota providências para que esses terrenos atendam ao interesse coletivo.

Melhorias de infraestrutura

Outro fator que pode tornar uma região mais atrativa é a melhoria da infraestrutura deste local.

Investimento público na pavimentação das ruas do bairro, água e sistemas de esgoto, energia elétrica, além do surgimento de escolas, investimentos na rede de transportes da região e acessos aos principais pontos da cidade, ou outros investimentos em obras e acessos que tornem o lugar melhor para viver, acabam valorizando os terrenos desta área.

Questões como investimento em segurança também são importantes, já que imóveis próximos a áreas com policiamento e vigilância, e com baixos índices de criminalidade, são mais valorizados.

Consequências negativas

Como dito anteriormente, a especulação imobiliária é desencorajada pelo poder público e gera muitos impactos para as cidades e as populações que moram onde ela é praticada. 

Confira abaixo algumas dessas consequências negativas:

Aumento dos preços na região

A valorização artificial desses imóveis pode ser causada pela especulação imobiliária por meio da lei de oferta e demanda.

Quanto menos disponibilidade há de um produto, mais seu preço tende a aumentar. O solo é um produto, portanto, isso afeta o preço do metro quadrado de um terreno.

Dessa maneira, quando ocorre a especulação imobiliária, as pessoas passam a ter menos opções disponíveis e o preço sobe. Mas esse aumento de preço pode contribuir para gerar outra consequência mais severa, a chamada bolha imobiliária.

O excesso da prática de especulação imobiliária na Barra dos Coqueiros, vem ocasionando um aumento desenfreado nos preços dos imóveis, sem que esse preço reflita o real valor desses imóveis, muitas vezes alimentados pelos próprios especuladores que, otimistas, pagam valores cada vez mais altos esperando uma valorização ainda maior.

A bolha já está preste a estourar, os preços já chegaram a um nível em que não há mais consumidores o suficiente para tantos imóveis e dispostos a pagar preços tão altos, assim, começou a ocorrer um excesso de imóveis no mercado, provocando uma queda brusca nos preços e gerando prejuízos enormes aos especuladores.

Prejuízos para a cidade

Essa prática gera pontos de concentração populacional e questões como sobrecarregamento das redes de transporte público, ocasionando problemas de mobilidade urbana também.
Segregação socioespacial

Como já mencionado, esses terrenos e imóveis comprados pelo especulador não têm um uso social.

Com a valorização desses terrenos e imóveis, algumas áreas se tornam praticamente inacessíveis para parte da população, expulsando-a para regiões mais periféricas e, geralmente, sem investimentos em infraestrutura, como saneamento básico.

Essa expansão obriga o governo  a investir nesses novos bairros cada vez mais afastados, que nem sempre acontece.

Especulação imobiliária e gentrificação na Barra dos Coqueiros.

A gentrificação é um processo de transformação urbana caracterizado pela mudança drástica de uma região em que ocorre uma valorização acentuada gerando uma segregação socioespacial.

Atualmente, o município passou a atrair residentes com maior poder aquisitivo e empresas voltadas às classes mais altas, encarecendo o custo de vida na cidade e afastando os grupos sociais mais pobres de algumas áreas.

Nesse processo, a mudança de perfil de determinada área acaba gerando a ”expulsão” de classes mais baixas, isolando-as em regiões distantes, nas periferias.

O termo gentrificação vem de “gentrification” (de gentry, “pequena nobreza”), conceito criado pela socióloga britânica Ruth Glass (1912-1990) em London: Aspects of change (1964), segundo artigo publicado na FFLCH (Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP).

A gentrificação descreve o que ocorre em regiões antes degradadas ou sem investimentos, que tornam-se “áreas nobres”.

Qual a diferença entre especulação e gentrificação?

Especulação imobiliária e gentrificação não são sinônimos, entretanto, a segunda pode favorecer a primeira. Isto porque, quando ocorre essa valorização excessiva de uma região, os imóveis passam a ter um preço mais elevado, o que contribui para o sucesso do especulador, que, com certeza, venderá a propriedade por um valor bem mais elevado do que o da compra.

A mobilidade urbana, no município de Barra dos Coqueiros, esta caminhando para um verdadeiro caos. E a degradação do meio ambiente já é uma realidade, principalmente nos manguezais da cidade. 

PRESIDENTE DO SINDSERV/PPROPRIÁ QUER O CUMPRIMENTO DO NOVO ESTATUTO DOS SERVIDORES PÚBLICOS DE PROPRIÁ


O Presidente do SINDSERV/PROPRIÁ, Jânio Melo, quer o cumprimento do novo estatuto dos servidores públicos de Propriá, Lei complementar nº 1.059/2023, para garantir que os direitos e deveres estabelecidos na lei sejam respeitados por todos os envolvidos. O papel do SINDSERV/PROPRIÁ é, entre outras coisas, defender e promover os direitos dos servidores públicos, o que inclui assegurar que as normas do estatuto sejam aplicadas corretamente, tanto em questões administrativas quanto legais.

O que o SINDSERV/PROPRIÁ, busca ao pedir o cumprimento do novo estatuto:

Garantir os direitos dos servidores:
O estatuto dos servidores, define direitos e deveres para os servidores públicos, como a progressão na carreira, a aposentadoria e condições de trabalho adequadas. O sindicato atua para que esses direitos sejam efetivamente concedidos.

Assegurar o cumprimento das obrigações:

Da mesma forma, o estatuto também define obrigações para os servidores e para a administração pública. O sindicato busca garantir que o estatuto seja seguido em todos os seus aspectos.

Representação legal e administrativa:

O sindicato representa os servidores em questões judiciais e administrativas, como é o caso da defesa do cumprimento de um novo estatuto.

Promoção da justiça e igualdade:

O estatuto visa estabelecer um conjunto de regras claras e garantir a isonomia entre os servidores, e o sindicato age para que essa isonomia seja respeitada na prática.

Para que serve o sindicato dos servidores públicos​?

O papel do sindicato dos servidores públicos municipais é de proteger e promover os direitosespecíficos  dos funcionários municipais.

Isso inclui negociar reajustes salariais, assegurar condições adequadas de trabalho, oferecer assistência jurídica e representar os servidores em questões administrativas.

Além disso, o sindicato atua na formação política dos filiados, fortalecendo a classe trabalhadora municipal.




Auxílio-acidente ainda não chega a trabalhadores informais

Auxílio-acidente para trabalhadores informais ainda depende de aprovação no Congresso

Especialista da DS Beline orienta sobre contribuições previdenciárias e direitos de quem atua sem registro formal

O auxílio-acidente, benefício pago pelo INSS a segurados que sofrem acidente e ficam com sequelas permanentes que reduzem a capacidade de trabalho, ainda não contempla, pela legislação atual, a maioria dos trabalhadores informais.

De acordo com a Lei 8.213/91, o benefício é restrito a empregados com registro formal, trabalhadores avulsos, empregados domésticos e segurados especiais. Contribuintes individuais, autônomos, microempreendedores individuais (MEIs) e segurados facultativos, em regra, não têm acesso, mas podem ter direito se estiverem no chamado período de graça e mantiverem a qualidade de segurado.

Quando ocorre um acidente relacionado à atividade profissional, é possível acionar garantias como atendimento médico e a emissão da Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT). No caso do MEI, a CAT não pode ser emitida pelo próprio acidentado; para prestadores de serviço terceirizados, a emissão deve ser feita preferencialmente pela empresa tomadora ou pelo médico que realizou o atendimento; e, no caso de autônomos que não são MEIs, a emissão pode ser feita por sindicato ou diretamente, desde que assinada e carimbada por médico especialista.

Caroline Alves, Head de Planejamento da DS Beline, empresa especializada em orientar pessoas que sofreram acidentes, reforça que o acompanhamento profissional é primordial para aumentar as chances de reunir corretamente a documentação e garantir que todos os direitos sejam reivindicados.

“O trabalhador informal representa uma parcela expressiva da força de trabalho e, muitas vezes, está mais exposto a riscos. "Embora o auxílio-acidente não esteja garantido para todos os trabalhadores informais ainda, existem outras formas de amparo que devem ser buscadas. Reunir provas, como laudos, depoimentos e fotos, e agir rápido faz toda a diferença”, explica.

No Congresso Nacional, o Projeto de Lei nº 1347/2015, de autoria do deputado Carlos Bezerra (MDB–MT), propõe estender o auxílio-acidente aos contribuintes individuais, inclusive MEIs. A proposta foi aprovada na Comissão de Seguridade Social e Família em 2022 e aguarda análise nas Comissões de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Enquanto a legislação não muda, a especialista recomenda que trabalhadores informais mantenham suas contribuições previdenciárias sempre que possível, pois isso preserva a qualidade de segurado e garante acesso a benefícios como auxílio-doença, aposentadoria por invalidez e facilita a inclusão em futuras alterações legislativas.

O auxílio-acidente, de caráter indenizatório, não substitui a renda, mas complementa o ganho mensal de quem mantém atividade mesmo com limitações. O papel social do benefício é relevante na proteção previdenciária, e a discussão sobre sua ampliação para a economia informal segue em debate no Congresso, em entidades representativas e na expectativa de milhões de brasileiros que dependem dessa proteção.

Sobre a DS Beline Assessoria
Fundada em abril de 2020, a DS Beline Assessoria é especializada em auxiliar pessoas que sofreram acidentes com sequelas, oferecendo suporte no acesso a benefícios como o auxílio-acidente. Com atendimento humanizado e foco na agilidade, atua para garantir que as indenizações de seus clientes sejam reconhecidas com clareza e eficiência.

segunda-feira, 25 de agosto de 2025

PAUTA: Sempre tenso e preocupante, pós-operatório de pets tem tutor como peça-chave para rápida recuperação

Sempre tenso e preocupante, pós-operatório de pets tem tutor como peça-chave para rápida recuperação

Cada vez mais, médicos-veterinários ressaltam a participação dos tutores no processo de recuperação de cães e gatos após procedimentos cirúrgicos. “Um pós-operatório bem conduzido pode ser o fator-chave entre recuperação rápida e segura ou complicações que comprometem a saúde do animal”, alerta a médica-veterinária Marcella Vilhena, gerente de marketing da Syntec.

Segundo a especialista, o sucesso da cirurgia não termina na sala de operação. “O período pós-operatório exige cuidados contínuos, que vão da administração correta de medicamentos ao controle de movimento, higiene e alimentação.”

Empatia, paciência e dedicação influenciam tanto a recuperação física quanto o bem-estar emocional do animal. “O vínculo entre o pet e seu tutor contribui para um processo mais tranquilo, pois o animal se sente acolhido e protegido”, destaca Marcella.

É essencial estar atento a qualquer sinal de anormalidade, seguir rigorosamente as orientações do veterinário e garantir ambiente calmo, limpo e seguro para a recuperação do cão ou do gato.

Mais do que um simples acompanhante, o tutor é o verdadeiro guardião da saúde e do conforto do pet nesse momento delicado. “Envolver-se ativamente, esclarecer dúvidas com a equipe clínica e seguir as recomendações com responsabilidade fazem toda a diferença. Porque, no final, carinho, cuidado e presença constante transformam o pós-operatório em um caminho de cura e reconexão com a vida”, completa Marcella.

Para auxiliar os tutores nesse processo, a Syntec disponibiliza sua linha de anti-inflamatórios, como Syrox, Diclofenaco e Maxitec. Esses medicamentos são indicados para controle da dor e inflamação em cães e gatos, com diferentes formulações e vias de administração.

“Cuidar do pet no pós-operatório é um ato de amor que se reflete em cada passo da recuperação. Com o apoio certo e os medicamentos adequados, é possível garantir mais conforto, segurança e qualidade de vida ao seu melhor amigo”, finaliza a especialista da Syntec.

Sobre a Syntec

A Syntec é uma empresa 100% brasileira com mais de 20 anos de história, dedicada à produção de medicamentos e suplementos veterinários de alta qualidade. Seu portfólio diversificado inclui terapêuticos, especialidades, produtos de higiene e saúde, suplementos e vacinas para animais. Para mais informações, visite: www.syntec.com.br

sexta-feira, 22 de agosto de 2025

SINDSERV/PROPRIÁ TERÁ MAIS UMA NOVA ASSESSORIA JURIDICA PARA ATENDER AS DEMANDAS DOS SERVIDORES PÚBLICOS


O SINDSERV/PROPRIÁ, a partir do próximo mês de setembro de 2025, passará a contar com mais uma nova assessoria jurídica e consultoria. Para atender as demandas jurídicas  dos Servidores Públicos Municipais de Propriá, foi firmado um convênio com o escritório do Dr Jair e com a Empresa de Consultoria WA de Rashidney Silva. Referência na área, o escritório possui uma equipe com enorme experiência em Direito Previdenciário, trabalhista e  Administrativo.

O advogado Dr. Jair,  informa que são diversos Profissionais que atuam no escritório. “Há muito tempo nós gostaríamos de advogar para o SINDSERV/PROPRIÁ, principalmente pela competência e representatividade da Categoria. As portas estão abertas. Contem conosco!”, destaca Dr. Jair.

O escritório e a WA,  vai oferecer atendimento personalizado. O SINDSERV/PROPRIÁ, tem como objetivo ofertar uma assessoria jurídica ampla e capacitada para prestar um serviço especializado aos filiados e filiadas.

Assim, além das demandas do Sindicato enquanto entidade, como a resposta a consultas jurídicas e o ajuizamento de ações coletivas, serão também oferecidos aos associados:

a) atendimento jurídico, por meio virtual ou presencial, para atendimento de associados em temas voltados à vida funcional e previdenciária, mediante prévio agendamento e sem qualquer custo para os filiados;

b) atuação em processo de sindicância e/ou em processo administrativo disciplinar, em defesa de servidor associado, quando os fatos apurados guardarem relação com o exercício do cargo e/ou função pública, também sem custo para os filiados;

c) análise, elaboração e apresentação de planejamento previdenciário ao servidor filiado, também sem custo, limitado a dois planejamentos por mês;

d) propositura de ação judicial individual e elaboração de requerimento administrativo, em nome do associado, sobre tema de ordem funcional e/ou previdenciário.

Para serem atendidos pela assessoria jurídica, os servidores sindicalizados deverão expressamente se identificar como associados, o que será confirmado com a Secretária do Sindicato. 

"Sim, é dever e prática comum que o sindicato utilize sua assessoria jurídica para defender os direitos dos servidores, tanto em questões coletivas da categoria quanto em questões individuais, atuando como substituto processual ou representação legal dos servidores para garantir acesso à justiça e às suas demandas. Essa assistência é uma das funções assistenciais do SINDERV/PROPRIÁ e pode envolver desde a negociação de convenções coletivas até o acompanhamento de ações judiciais". Afirma o Presidente do SINDSERV/PROPRIÁ, Jânio Melo

Como funciona a assistência:
1. Demanda do servidor:
O servidor filiado deve acionar o sindicato com sua demanda jurídica, seja um problema coletivo ou individual.

2. Encaminhamento interno:
A diretoria do sindicato e sua equipe jurídica analisam o caso e o encaminham para o advogado responsável.

3. Acompanhamento e atuação:
O advogado, então, entra em ação, prestando a assistência necessária, seja em processos judiciais ou administrativos.

É importante notar que o serviço é prestado em decorrência da contribuição sindical e para filiados, conforme a legislação, que determina que o sindicato atue na defesa da categoria.

quarta-feira, 20 de agosto de 2025

Efeito Dino? Ações de bancos brasileiros desabam após despacho sobre atuação da Lei Magnitsky



As ações de bancos brasileiros se desvalorizam em bloco no pregão desta terça-feira 19, dando a tônica das negociações da Bolsa. Para analistas, o receio dos investidores é sobre a decisão do ministro Flávio Dino sobre a atuação da Lei Magnitsky no Brasil.

Pouco depois das 14h, os papéis do Itaú (ITUB4) caíam 2,91%; o Bradesco (BBDC4) cedia 3,18%; as Units do BTG Pactual (BPAC11) desvalorizavam 3,51%, enquanto os papéis do Banco do Brasil (BBAS3) caíam 4,37%. Os papéis da B3 (B3SA3) também operavam em recuo de 4,1%.

Ontem, o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que leis e ordens administrativas ou judiciais de outros países não produzem efeitos no Brasil de forma automática. O despacho foi feito após os Estados Unidos sancionarem o ministro Alexandre de Moraes com a Lei Magnitsky, que impõe restrições econômicas, como o bloqueio de contas bancárias e de bens em solo americano.

Na interpretação do mercado, a lei poderia afetar também bancos brasileiros que tenham operações nos EUA, como captações ou ações listadas em Bolsa.

No mesmo horário, o dólar subia 0,88%, valendo R$ 5,48, enquanto a curva de juros, que precifica a perspectiva de como estarão os juros no futuro, apresentava alta para os contratos entre o início de 2026 e 2031.

Também às 14h, o Ibovespa tocava os 2% de desvalorização, aos 134.601 pontos.

O Globo.

Nota Oficial - Censura disfarçada de proteção às crianças coloca o Congresso na mira dos Estados Unidos



O Congresso Nacional está prestes a cometer um erro histórico. Ao colocar em votação, de forma açodada e sem o devido debate, o chamado “projeto de adultização das crianças”, a Câmara dos Deputados empurra o Brasil para a linha de fogo contra os Estados Unidos.

O governo e a esquerda estão se aproveitando de uma pauta legítima — a proteção das crianças e adolescentes — para impor, às pressas, um verdadeiro cavalo de Troia: a censura às redes sociais e o controle das plataformas digitais. Essa manobra não engana ninguém. O objetivo é calar vozes, perseguir opositores e restringir liberdades fundamentais.

É preciso lembrar que uma das razões centrais para as recentes retaliações dos Estados Unidos contra o Brasil foi a escalada autoritária do ministro Alexandre de Moraes. Ele não apenas censurou perfis e derrubou páginas, mas também avançou contra empresas norte-americanas, impondo decisões que extrapolaram os limites geográficos do Brasil e invadiram o direito americano. Foi esse abuso, esse ataque direto às companhias de tecnologia dos EUA, que levou à reação dura do governo norte-americano.

Agora, de forma irresponsável, o Congresso se soma a essa cruzada contra as plataformas digitais. A votação conduzida pelo presidente da Câmara, Hugo Motta, foi um verdadeiro atropelo: convocou a sessão, abriu os trabalhos e imediatamente colocou a urgência em votação simbólica, sem permitir debate, sem dar chance de discussão e sem permitir sequer que a oposição pedisse a verificação nominal. Um procedimento sem precedentes, escancarado, que mostra a pressa em empurrar um projeto de censura disfarçada.

A manifestação pública do advogado do presidente Donald Trump, Martin De Luca, é prova inequívoca de que o alerta já chegou ao radar do governo norte-americano. Quando o advogado de Trump denuncia esse atropelo, a mensagem é clara: esse tema baterá às portas do Departamento de Estado e da Casa Branca. E quais serão as consequências disso? Ainda temos tempo de corrigir os rumos dentro do Parlamento.

A proteção das crianças é um tema sério e precisa ser tratado com responsabilidade. Mas usar essa pauta para impor censura às plataformas digitais é um abuso inaceitável. É preciso, sim, discutir o tema da adultização — mas de maneira séria e criteriosa: com a criação de um grupo de trabalho, com uma comissão geral reunindo especialistas e com a participação direta das plataformas digitais, que têm responsabilidades e devem reforçar seus mecanismos internos de segurança e controle.

Do jeito que está sendo conduzido, no entanto, o Congresso caminha para importar o modelo chinês de regulação das redes, entregando a uma agência do próprio governo o poder de decidir o que pode ou não pode ser dito, o que pode ou não pode ser postado. Isso é de uma tremenda irresponsabilidade, e a oposição não compactuará com esse retrocesso.

Ao agir dessa forma, o Congresso deixa de ser parte da solução e passa a ser parte do problema, aprofundando a crise com os Estados Unidos e expondo o Brasil a consequências ainda mais graves.
FONTE: https://blogdopolibiobraga.blogspot.com/

EM ENTREVISTA NO PROGRAMA "SINDERV EM AÇÃO" VEREADOR LÍDER DO PREFEITO DESTACA IMPORTÂNCIA DA PARCERIA ENTRE EXECUTIVO, LEGISLATIVO E O SINDSERV/PROPRIÁ PARA O DESENVOLVIMENTO DO MUNÍCIPIO



VEJA TODA A ENTREVISTA COM O LÍDER DO PREFEITO E VEREADOR AELSON PUBLICIDADE.

No sábado dia (16), o vereador e Líder do Prefeito na Câmara Municipal de Propriá, Aelson Publicidade, participou ao vivo do programa “SINDSERV EM AÇÃO” da PROPRIÁ FM 104,9 apresentado pelo radialista Givaldo Silva e o Presidente do SINDSERV/PROPRIÁ, Jânio Melo.

Durante entrevista, o vereador pode apresentar algumas ações de seu mandato, como seu trabalho realizado como presidente da Câmara Municipal, na legislatura anterior, e que vai continuar legislando em beneficio de todos os Servidores municipais e os propriaenses. 

Questionado a respeito da administração do prefeito Luciano de Menininha, o parlamentar avalia positivamente os primeiros meses do chefe do executivo.  Para o vereador Aelson Publicidade, a política requer que sejam cumpridas propostas de campanha e ele observa que prefeito tem colocado em prática desde início do ano muitas de suas propostas. E afirma que a gestão esta sendo positiva para cidade.

Em relação as propostas e demandas dos Servidores Públicos Municipais de Propriá, Aelson Publicidade,  ressaltou que é preciso, primeiramente, analisar todas as propostas e demandas dos servidores, e principalmente, a população. É uma discussão complexa e não podemos deixar de capacitar e valorizar os Servidores Públicos. O primeiro passo já foi dado, que foi a atualização dos pagamentos dos servidores dentro do mês entre outras ações da Prefeitura.

SEM PLANEJAMENTO E SEM RESPOSABILIDADE, BARRA DOS COQUEIROS CAMINHA PARA UM COLAPSO URBANO, AFIRMA O EX-VEREADOR GIVALDO SILVA

A cidade tem o segundo maior crescimento demográfico de Sergipe. Com esse crescimento e a falta de planejamento e responsabilidade, a cidade pode sofrer um colapso com reflexos na área de saúde, educação, mobilidade e saneamento no meio ambiente.

O Radialista e ex-vereador Givaldo Silva, que já foi Membro do Conselho Cidadão, que fiscaliza a execução do Plano Diretor do Município de Barra dos Coqueiros e alguns especialistas  estimam que daqui a 10 anos 80% da população deixará o campo para ocupar os centros urbanos. Segundo o IBGE, Barra dos Coqueiros teve em 2022, a maior taxa de crescimento populacional de Sergipe, foi registrada uma população de 41.511 pessoas, enquanto em 2010 esse número era de 24.979. Um crescimento de 66,20%. Em  Sergipe, ocupa a primeira posição. Com esse crescimento demográfico e a falta de planejamento e de responsabilidade do gestor municipal em não controlar a especulação imobiliária, a cidade pode sofrer um colapso urbano com reflexos na área de saúde, educação, mobilidade, saneamento e meio ambiente e outros problemas. O alerta foi feito pelo Ex-conselheiro do Conselho Cidadão, Givaldo Silva, segundo Givaldo Silva, A Secretaria Municipal de Meio Ambiente e a Secretaria Municipal de Participação Popular, deve urgentemente realizar um seminário com o titulo “Desafio Urbano de Barra dos Coqueiros.

“A Barra dos Coqueiros está se tornando urbana, é a tendência. Tem que se preparar pra isso, pois quando muita gente vai morar na área  urbana, existe uma série de efeitos colaterais negativos”, frisou Givaldo Silva.

Com 41.511 mil de habitantes, de acordo com a última estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Barra dos Coqueiros é a 9ª cidade mais populosa de Sergipe, mas grande parte da população não têm acesso a tratamento de esgoto, a mobilidade urbana é insatisfatória. Com mais pessoas, os problemas podem piorar, alertam especialistas.

Mobilidade

A questão de mobilidade também preocupa. Porém, Givaldo Silva explica que existem alguns meios para frear tamanho impacto, mas que as ações devem começar imediatamente.

“Uma das soluções é investir pesado na mobilidade urbana da cidade, uma solução demorada e mais cara. Também é preciso adensar ao longo de eixos de transporte, a construção de um viaduto na entrada da cidade e a duplicação das rodovias pode amenizar a situação e a construção de uma nova ponte pode aumentar ainda mais o caos na cidade sem planejamento”.

Expandir sem desmatar

Para Givaldo Silva, o reordenamento de uma cidade deve ser feito de forma integrada, mesclando mobilidade, habitação e questões ambientais. “Está na hora de pegarmos tudo isso e unificarmos. Só vai ocorrer uma melhoria com um planejamento a médio e longo prazo. A cidade se espalhou demais, a infraestrutura está cada vez mais cara”.

Invasões

O Radialista Givaldo Silva, ressalta ainda as invasões como um dos grandes problemas de Barra dos Coqueiros. “Temos que parar com a ideia de que o curso de água serve pra ocupar. Ele não serve, tem que ter uma área de preservação permanente, de repente colocar uma ciclovia, mobiliário, pracinha, mas não pode ocupar. O programa "Acelera Barra" é interessante, mas peca na questão ambiental: proibir as invasões, nas dunas, as margens dos mangues e dos rios é de suma importância. Hoje as cidades estão fazendo exatamente o contrário de Barra dos Coqueiros”, analisou.

terça-feira, 19 de agosto de 2025

SINDSERV/PROPRIÁ QUER ENCAMINHAMENTO COM URGÊNCIA DO PROJETO DE LEI PARA A CÂMARA QUE TRANSFORMA CARGO DE AUXILIAR DE ENFERMAGEM EM TÉCNICO DE ENFERMAGEM E PROMOVER A EQUIPARAÇÃO SALARIAL




O Presidente do SINDSERV/PROPRIÁ, Jânio Melo, já encaminhou a Minuta do Projeto de Lei, e solicitou ao Prefeito para encaminhar para a Câmara Municipal de Propriá, o Projeto de Lei, que dispõe sobre a transformação do cargo de auxiliar de enfermagem em técnico de enfermagem, promovendo a equiparação salarial dos auxiliares de enfermagem com os técnicos de enfermagem.

A matéria atende ao pleito da categoria que, além da equiparação, cobra a extinção do cargo de auxiliar de enfermagem e transformação deste em técnico de enfermagem.

O texto do Projeto de Lei garante que os cargos ocupados serão extintos quando ocorrer a sua vacância, assegurando-se a seus ocupantes todos os direitos e vantagens estabelecidos, inclusive promoção.

Nos casos da transformação, fica garantida a contagem como tempo de serviço e vencimento-base do novo cargo, de acordo a legislação municipal e demais leis congêneres.

E condição prévia obrigatória, para o enquadramento e nomeação no cargo de técnico de enfermagem, que o servidor, já integrante da Administração Pública, investido no cargo de auxiliar de enfermagem, haja concluído o correspondente Curso Técnico em Enfermagem e tenha obtido o registro no Conselho Regional de Enfermagem – COREN/SE.

Se o servidor ainda não tiver concluído o Curso de Técnico em Enfermagem, serão mantidos os direitos da reclassificação, desde que seja concluído o curso correspondente para adquirir a qualificação técnica competente.

Ao justificar a minuta do projeto Lei, O Presidente do SINDSERV/PROPRIÁ, explicou que a matéria tem por finalidade obter autorização legislativa para que o Poder Executivo transforme o profissional habilitado em concurso público para o cargo de auxiliar em enfermagem em técnico de enfermagem, com a equiparação salarial, ficando extinto o cargo de Auxiliar de Enfermagem e vedado a investidura para o cargo extinto seja ela como for manejada.

A justificativa ressalta que os Tribunais Superiores, a exemplo da Terceira Turma do Tribunal Superior do Trabalho, tem reconhecido a equiparação salarial de auxiliar de enfermagem com técnico de enfermagem, quando ambos possuem qualificação profissional e habilitação técnica equivalentes.

O Presidente do SINDSERV/PROPRIÁ, citou ainda a Resolução COFEN Nº 683/2021, aprovada em 28 de setembro de 2021, que define que profissionais da enfermagem com formação em auxiliar de enfermagem e com experiência comprovada em carteira durante dois anos poderão realizar o processo para certificação profissional por competência, e, caso sejam aprovados, obter diploma como técnicos.

O Presidente do SINDSERV/PROPRIÁ, salientou que a presente adequação revela consequências positivas, seja por melhorar a qualidade da assistência, mas também o ganho em todos os aspectos para os profissionais envolvidos.

A apreciação da matéria depois que o prefeito encaminhar para a Câmara Municipal, vai ser acompanhada de perto pelo Sindicato dos Servidores públicos Municipais e por todos os auxiliares de enfermagem.

Na aprovação do requerimento do Vereador Aelson Publicidade, sobre a matéria, os vereadores, já se posicionaram a favor dos Auxiliares de Enfermagem, pela importância desses profissionais, da valorização da classe e do trabalho que exercem na cidade de Propriá.

MATÉRIAS ANTERIORES:

*PAUTA POSITIVA: PREFEITO LUCIANO DE MENININHA RECEBE DO SINDSERV/PROPRIÁ PAUTA DE REINVIDICAÇÕES DOS SERVIDORES PÚBLICOS* 
 *COMPARTILHE!* 

*PRESTE ATENÇÃO!SINDSERV/PROPRIÁ ENTREGA PAUTA AO PREFEITO E O RAD. GIVALDO SILVA FALA A VERDADE. SE LIGUE! "A MARRETA VAI VOAR DO CABO"* 

*SINDSERV/PROPRIÁ ENTREGA MINUTA DA PROPOSTA PARA CONCESSÃO DO VALE-ALIMENTAÇÃO AOS SERVIDORES E LUCIANO DE MENININHA VAI FAZER UM ESTUDO DE VIABILIDADE* 

*PRESIDENTE DO SINDSERV/PROPRIÁ RECEBE VISITA DE GUARDAS MUNICIPAIS DE PROPRIÁ PARA DISCUTIR DEMANDAS DA CATEGORIA E NOVAS FILIAÇÕES* 
 *COMPARTILHE!* 

*SINDICATO SE REUNE COM O PROCURADOR GERAL DO MUNICÍPIO PARA TRATAR DAS MINUTAS DOS PROJETOS DE LEIS E DECRETOS ENTREGUES AO PREFEITO DE PROPRIÁ* 

Servidor público pode ter direito a mais dinheiro no 13º e nas férias

Mudança no cálculo pode gerar impacto imediato no contracheque e pressão nos orçamentos da administração pública.
(Foto: Jakub/Divulgação)

Uma decisão recente do Superior Tribunal de Justiça (STJ) promete mexer no bolso e na rotina de milhares de servidores públicos em todo o país. A Primeira Seção da Corte, ao julgar o Tema 1.233 sob o rito dos recursos repetitivos, firmou entendimento de que o abono de permanência deve ser incluído no cálculo do 13º salário e do adicional de férias. A tese reconhece que o benefício possui natureza remuneratória e permanente, devendo compor a base de cálculo dessas vantagens, e não ser tratado como verba eventual ou transitória.

O abono de permanência é um valor pago ao servidor que já completou os requisitos para aposentadoria voluntária, mas opta por permanecer em atividade. Criado pela Emenda Constitucional nº 41/2003, ele funciona como uma compensação: o servidor continua contribuindo para a previdência, mas recebe de volta, mensalmente, o equivalente a essa contribuição. Assim, além de servir como incentivo para manter profissionais experientes no serviço público, o abono também representa um acréscimo importante na remuneração mensal.

A relatora do caso, ministra Regina Helena Costa, destacou que o abono é pago como compensação integral da contribuição previdenciária e, ao integrar a remuneração habitual, deve repercutir nos demais direitos trabalhistas, como férias e gratificação natalina, conforme previsto no artigo 41 da Lei 8.112/1990. A decisão, de aplicação obrigatória, já começa a repercutir nos tribunais e a provocar movimentação de advogados e sindicatos em todo o país.

Para a advogada Iris Matos, a decisão é um marco no reconhecimento dos direitos do servidor. “O STJ reforçou que o abono de permanência não é um prêmio eventual, mas uma parcela salarial legítima, que deve impactar diretamente benefícios como férias e 13º. Isso abre espaço para que muitos servidores reivindiquem valores que, até então, não vinham sendo pagos corretamente”, afirma.(Foto: Ivo Brasil/Divulgação)

Na prática, a mudança significa que servidores que recebem o abono podem ter acréscimos significativos no 13º salário e nas férias, além de pleitear o pagamento de valores retroativos quando o benefício não foi corretamente considerado. Processos que estavam suspensos aguardando a definição da tese agora poderão voltar a tramitar, abrindo espaço para revisões e cobranças. O entendimento consolida a jurisprudência que há mais de quinze anos vem sendo construída no próprio STJ e na Turma Nacional de Uniformização, reforçando a natureza remuneratória do abono.

A advogada Laís Ferreira alerta, no entanto, para os desafios que essa vitória pode trazer. “O impacto financeiro para a administração pública é significativo, e isso pode gerar reações para restringir ou até tentar extinguir o benefício. O servidor precisa estar atento às mudanças legislativas e administrativas para garantir que seu direito seja efetivamente respeitado”, ressalta.

Se para muitos a decisão representa um avanço, para outros acende um alerta. O reconhecimento do direito tende a pressionar orçamentos de estados, municípios e órgãos federais, que terão de revisar folhas de pagamento e prever o desembolso de retroativos. Esse impacto financeiro pode motivar reações administrativas ou políticas, seja na forma de portarias que restrinjam a aplicação, seja por meio de projetos que visem extinguir ou modificar o benefício. A disputa sobre o tema também pode reacender o debate legislativo, especialmente em um cenário de busca por contenção de gastos públicos.

O fato é que o abono de permanência, historicamente visto como um incentivo para manter servidores experientes em atividade, ganha agora um peso ainda maior no planejamento de carreira e na remuneração do funcionalismo. Ao mesmo tempo, transforma-se em um ponto sensível na relação entre o direito individual e a gestão das contas públicas. Benefício ou bomba-relógio, a decisão do STJ reforça a importância de o servidor estar informado, acompanhar de perto as mudanças e compreender os impactos que elas podem ter em sua vida profissional e financeira.

Fonte: Diário Digital

domingo, 17 de agosto de 2025

sexta-feira, 15 de agosto de 2025

STF valida lei que permite devolução de valores pagos na conta de luz

Consumidor tem 10 anos para pedir dinheiro de volta

André Richter - Repórter da Agência Brasil
© Marcelo Camargo/Agência Brasil
O Supremo Tribunal Federal (STF) validou, nesta quinta-feira (14), em Brasília, a lei que garantiu a devolução de valores pagos a mais por consumidores nas contas de energia elétrica.


A Corte julgou constitucional a Lei 14.385/2022, norma que estabeleceu a competência da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para promover a devolução de valores extras pagos pela incidência do Imposto de Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e do PIS/Pasep (Programa de Integração Social e Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público) sobre o serviço de fornecimento de energia elétrica até 2021.

No julgamento, os ministros também fixaram prazo de prescrição de dez anos para os consumidores que pretendem solicitar a devolução do dinheiro na Justiça.

A questão foi decidida a partir de uma ação protocolada pela Associação Brasileira das Distribuidoras de Energia Elétrica (Abradee), entidade que questionou a constitucionalidade da norma.

Em 2021, o STF decidiu que a cobrança dos impostos no patamar superior a 17% pelos estados é inconstitucional.

Desconto nas contas
Desde então, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) determina às distribuidoras de energia o desconto nas contas dos consumidores, sem a necessidade de ingresso de ação judicial.

Estima-se que cerca de R$ 44 bilhões já foram devolvidos aos consumidores. Neste ano, aproximadamente R$ 5 bilhões serão descontados.

Em julho deste ano, a Aneel definiu a metodologia para devolução dos créditos. A agência decidiu que os valores serão restituídos nas tarifas de energia calculadas nos próximos 12 meses.
Edição: Kleber Sampaio

FONTE:  Tabocas Notícias

PROGRAMA SINDSERV EM AÇÃO VAI ENTREVISTAR SÁBADO DIA 16/08 O VEREADOR LÍDER DO PREFEITO NA CÂMARA MUNICIPAL DE PROPRIÁ

Temas relacionados aos servidores públicos, políticos e sociais estão em pauta no programa, que será transmitido pela Propriá FM 104,9 e Instagram  do SINDSERV/PROPRIÀ. 'A MARRETA VAI VOAR DO CABO". 

Vereador e Lider do Prefeito na  Câmara Municipal de Propriá, José Aelson. 

O SINDSERV/PROPRIÁ, através do "SINDSERV EM AÇÃO" na Propriá FM 104,9, vai entrevistar no próximo sábado dia 16 de agosto de 2025, o Vereador e líder do Prefeito na Câmara Municipal de Propriá, José Aelson, onde serão abordados temas de interesse dos Servidores públicos e da  população de Propriá. O programa vai ao ar a partir das 09hs, conduzido pelo Radialista Givaldo Silva e o Presidente do SINDSERV/PROPRIÁ, Jânio Melo. 

“O Programa SINDSERV EM AÇÃO, está dentro da nossa estratégia de aproximar ainda mais  o Poder Legislativo dos servidores públicos municipais e do sindicato. Nós queremos aumentar a visibilidade do trabalho dos vereadores, aumentar a transparência das nossas atividades e trazer os servidores e a  população para o debate, para que todos fiquem por dentro do que acontece no Legislativo e participe desse processo exercendo a cidadania”, defende o Presidente do SINDSERV/PROPRIÁ, Jânio Melo

"Nosso objetivo é fazer com que cada vez mais os servidores e os moradores conheçam o Poder Legislativo de Propriá e o trabalho que é realizado pelos vereadores”, afirma o Radialista Givaldo Silva. 

As próximas entrevistas com vereadores serão marcadas e vão ao ar durante o segundo semestre de 2025. Já participaram do bate-papo os vereadores Genival da Enfermagem, João Paulo. Para acompanhar, é só acessar o sintonizar na Propriá FM 104,9 ou Baixai o aplicativo da emissora.