quinta-feira, 29 de outubro de 2026

Casas vazias e terrenos abandonados serão tomados dos donos pela prefeitura para virar moradias popular


Casas vazias e terrenos abandonados serão tomados dos donos pela prefeitura. Crédito: Divulgação
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Casas abandonadas, terrenos sem manutenção e prédios deteriorados poderão ser tomados pelas prefeituras e utilizados para a construção de moradias populares. A legislação brasileira permite que o poder público assuma propriedades em situação comprovada de abandono e aproveite esses espaços em projetos habitacionais, equipamentos públicos e outras iniciativas de interesse social.

Quanto tempo o dono tem para contestar a notificação?›A prefeitura pode mesmo tomar a sua casa vazia?›Onde fica o bairro do Comércio?›Quantos anos de imposto atrasado geram suspeita de abandono?›

A medida já possui respaldo na legislação federal, mas ganhou força com a adoção de novas regulamentações municipais. Diversas capitais brasileiras estabeleceram procedimentos para localizar imóveis abandonados, identificar seus proprietários e recuperar construções que permanecem inutilizadas há anos.

Além de melhorar as condições urbanas, a iniciativa pretende ampliar o acesso à moradia para famílias de baixa renda. Em uma das capitais, por exemplo, a prefeitura desenvolveu um programa de revitalização que poderá estimular a construção de até 11 mil novas unidades habitacionais.

Entretanto, a administração municipal não poderá retirar um imóvel de seu proprietário apenas porque ele está vazio. A arrecadação depende da comprovação do abandono, da abertura de um procedimento administrativo e do cumprimento das garantias legais, incluindo o direito de defesa do dono.

Prefeitura vai tomar casas vazias e terrenos abandonados

Uma das capitais que passaram a adotar novas medidas para recuperar propriedades abandonadas foi Vitória, no Espírito Santo.

A Prefeitura criou o Programa de Reabilitação da Área Central (ReAC), regulamentado pelo Decreto nº 27.034, publicado em julho de 2026.

A iniciativa estabelece instrumentos para revitalizar imóveis deteriorados, recuperar construções antigas e
incentivar novos empreendimentos na região central da cidade.

Entre as medidas previstas está a possibilidade de o município arrecadar propriedades particulares quando comprovar que os donos abandonaram os imóveis e deixaram de exercer a posse, conforme apurado pelo Portal Tempo Novo.

A regulamentação contempla a Zona Especial de Interesse Urbanístico 1 (ZEIU 1), que abrange o Centro Histórico e outras áreas centrais da capital.

Segundo as projeções municipais, o programa poderá estimular a construção de 8 mil a 11 mil novas unidades habitacionais.

Além disso, a administração pretende atrair até 27,5 mil novos moradores para a região e incentivar investimentos privados superiores a R$ 6 bilhões.

Para alcançar esses objetivos, o município aposta na recuperação de prédios antigos, no aproveitamento de terrenos e na criação de condições para novos empreendimentos residenciais.

O programa também inclui incentivos à Habitação de Interesse Social, voltada ao atendimento de famílias que enfrentam dificuldades para adquirir ou alugar uma residência.

Contudo, a estimativa de 11 mil moradias corresponde ao potencial de todo o programa. Isso não significa que todas as unidades serão populares ou que serão construídas exclusivamente em terrenos e imóveis arrecadados pela Prefeitura.

Quais casas e terrenos podem ser tomados pela prefeitura?

As regras municipais estabelecem critérios para que os órgãos de fiscalização identifiquem propriedades que apresentam sinais efetivos de abandono.

Em Vitória, por exemplo, os agentes poderão realizar vistorias e reunir informações sobre as condições dos imóveis.

Entre os indícios que podem motivar uma investigação estão: • Casas com portas e janelas quebradas, arrombadas ou inexistentes;
• Terrenos abandonados, com mato alto e acúmulo de lixo ou entulho;
• Prédios antigos com estruturas deterioradas e ausência de manutenção;
• Construções que apresentam riscos à segurança dos moradores da vizinhança;
• Imóveis cujos proprietários deixam de atender repetidamente às notificações de limpeza e conservação.

Entretanto, a existência dessas condições não significa que a Prefeitura poderá assumir imediatamente a propriedade.

Para realizar a arrecadação, o município precisará comprovar o abandono material, verificar a inexistência de posse exercida por terceiros e reunir elementos que demonstrem a intenção do proprietário de não conservar o imóvel.

Além disso, a legislação federal permite presumir essa intenção quando o dono deixa de exercer a posse e permanece cinco anos sem pagar os encargos fiscais relacionados à propriedade.

Mesmo nesses casos, a administração deverá analisar individualmente a situação do imóvel e respeitar todas as etapas do procedimento administrativo.

Prefeitura já autorizou a tomada de imóveis abandonados

Outra capital brasileira que avançou na recuperação de propriedades abandonadas foi Salvador, na Bahia.

Em fevereiro de 2026, a Prefeitura publicou decretos autorizando a arrecadação de 36 unidades imobiliárias abandonadas no bairro do Comércio.

A medida ocorreu após a administração municipal avaliar as condições das propriedades e realizar os procedimentos previstos na legislação.

Com a iniciativa, o poder público pretende recuperar imóveis deteriorados e estimular a revitalização de uma região de grande importância histórica e econômica.

A arrecadação segue as disposições da Lei Municipal nº 8.553/2014 e do Decreto nº 40.025/2025, que regulamentam a atuação do município diante de propriedades abandonadas.

Depois de assumir os imóveis conforme os procedimentos legais, a Prefeitura poderá direcioná-los a projetos de recuperação urbana, serviços públicos e outras ações de interesse coletivo.

A utilização para empreendimentos habitacionais também está entre as possibilidades. Contudo, o município ainda não confirmou que todas as 36 unidades serão destinadas à construção de moradias populares.
Rio de Janeiro permite transformar imóveis abandonados em casas populares

No Rio de Janeiro, a Prefeitura também dispõe de instrumentos para recuperar propriedades particulares em situação de abandono.

O novo Plano Diretor, instituído pela Lei Complementar nº 270/2024, estabeleceu mecanismos que permitem ao município identificar e arrecadar esses imóveis.

A regulamentação contempla situações de abandono por três anos ou mais, associadas a dívidas de IPTU inscritas em dívida ativa, respeitando os requisitos previstos na legislação federal.

Após identificar a situação, a administração poderá notificar o proprietário e iniciar o procedimento para verificar se existem condições legais para a arrecadação.

O responsável terá 30 dias para apresentar contestação, conforme as regras aplicáveis.

Caso a Prefeitura comprove o abandono e conclua todas as etapas administrativas, poderá assumir o imóvel nos termos da legislação.

Entre as finalidades previstas estão os programas de Habitação de Interesse Social e de Locação Social.

Essas iniciativas buscam ampliar as alternativas de moradia para famílias de baixa renda, inclusive por meio da oferta de imóveis com aluguel subsidiado.

Além disso, a administração poderá utilizar as propriedades em projetos de regularização fundiária, serviços públicos e outras ações de interesse social.

São Paulo também poderá assumir terrenos e casas abandonadas

A Prefeitura de São Paulo também possui autorização legal para arrecadar imóveis que estejam efetivamente abandonados por seus proprietários.

A Lei Municipal nº 17.734/2022 estabelece as regras administrativas para identificar essas propriedades e realizar o procedimento de arrecadação.

Entre os critérios considerados estão a interrupção dos atos de posse pelo proprietário e a ausência de pagamento dos tributos municipais durante cinco anos.

Ao identificar esses indícios, o município poderá abrir uma investigação administrativa para verificar as condições do imóvel e comunicar formalmente o responsável.

O procedimento deverá garantir ao proprietário a oportunidade de apresentar documentos e contestar a alegação de abandono.

Se a Prefeitura comprovar os requisitos legais, poderá realizar a arrecadação provisória da propriedade.

Posteriormente, após o prazo de três anos e o cumprimento das demais exigências, o imóvel poderá ser incorporado definitivamente ao patrimônio municipal.

A administração terá, então, a possibilidade de direcionar o espaço a programas habitacionais, projetos de regularização fundiária e outras iniciativas de interesse público.
Recife e Porto Alegre também adotam medidas contra imóveis abandonados

Outras duas capitais brasileiras também passaram a utilizar instrumentos específicos para identificar e recuperar propriedades urbanas abandonadas.

Em Recife, Pernambuco, a Prefeitura publicou o Decreto nº 39.102, em setembro de 2025, estabelecendo procedimentos para investigar e arrecadar imóveis particulares em situação de abandono.

A regulamentação permite que os órgãos municipais reúnam fotografias, documentos, informações tributárias e laudos técnicos para avaliar as condições de cada propriedade.

Depois de identificar os indícios, a administração deverá notificar o proprietário e assegurar o direito de defesa.

Caso confirme a situação de abandono, o município poderá realizar a arrecadação provisória. A incorporação definitiva dependerá do cumprimento do prazo e das demais condições estabelecidas pela legislação.

Já em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, a administração municipal criou o Cadastro Municipal de Imóveis Abandonados.

A iniciativa foi instituída pela Lei nº 14.515, publicada em março de 2026, e regulamentada pelo Decreto nº 23.847, de julho do mesmo ano.

O cadastro permite identificar terrenos, casas e prédios sem manutenção, reunindo informações que auxiliam o trabalho de fiscalização e a comunicação com os responsáveis.

Entretanto, a inclusão de uma propriedade nessa relação não significa que o proprietário perderá automaticamente o imóvel.

Para que ocorra a arrecadação, a Prefeitura precisará comprovar os requisitos legais e seguir os procedimentos administrativos específicos.
Quantos anos uma casa precisa ficar abandonada para a prefeitura tomar?

A legislação federal determina as condições necessárias para que os municípios possam arrecadar imóveis urbanos abandonados.

O artigo 64 da Lei nº 13.465/2017 estabelece que propriedades particulares poderão ser consideradas bens vagos quando seus donos demonstrarem intenção de não conservá-las.

A norma permite presumir essa intenção quando duas situações acontecem simultaneamente: o proprietário deixa de exercer a posse e permanece cinco anos sem pagar os encargos fiscais relacionados ao imóvel.

Entretanto, a falta de pagamento dos tributos durante cinco anos não provoca a perda automática da propriedade.

Antes de realizar a arrecadação, a Prefeitura deverá abrir um processo administrativo, reunir provas da situação de abandono e notificar formalmente o responsável.

O proprietário terá prazo de 30 dias, contados do recebimento da notificação, para contestar o procedimento.

Caso a administração comprove o abandono e cumpra todas as exigências, poderá arrecadar o imóvel e assumir sua posse provisoriamente.

A incorporação definitiva ao patrimônio público poderá ocorrer depois de três anos, respeitadas as condições estabelecidas pela legislação.

Durante esse período, o antigo proprietário ainda poderá reivindicar o imóvel, desde que observe os requisitos legais, inclusive eventual obrigação de ressarcir despesas realizadas pelo município.

Portanto, não existe uma regra que permita às prefeituras tomar imediatamente qualquer casa que permaneça fechada durante cinco anos.
Casas vazias e terrenos abandonados podem virar moradias populares

Após a conclusão dos procedimentos legais, os imóveis arrecadados poderão receber uma nova destinação definida pelo poder público.

O artigo 65 da Lei nº 13.465/2017 autoriza os municípios a utilizar essas propriedades em programas habitacionais, serviços públicos e projetos de regularização fundiária de interesse social.

Na prática, prédios antigos poderão passar por reformas e adaptações para abrigar apartamentos destinados a famílias de baixa renda.

Da mesma forma, terrenos abandonados poderão receber conjuntos habitacionais e novos empreendimentos residenciais, desde que atendam às exigências urbanísticas e ambientais.

Entretanto, a legislação não obriga as prefeituras a transformar todos os imóveis arrecadados em moradias populares.

Cada administração municipal deverá avaliar as características da propriedade e definir sua utilização conforme as necessidades da população e as regras aplicáveis.

Quem possui uma casa vazia, mantém a conservação do patrimônio e continua exercendo seus direitos sobre a propriedade não perderá automaticamente o imóvel. A ausência de moradores, isoladamente, não caracteriza abandono.

Com essas medidas, prefeituras brasileiras ampliam os instrumentos para recuperar propriedades deterioradas, revitalizar regiões urbanas e aproveitar imóveis abandonados em projetos de interesse coletivo, incluindo a construção de novas moradias populares.
Fonte: portal tempo.


Jornalista há 11 anos, Gabriel Almeida é editor-chefe do Portal Tempo Novo. Atua diretamente na produção e curadoria do conteúdo, além de assinar reportagens sobre os principais acontecimentos do Brasil e temas de interesse público nacional.

sábado, 26 de setembro de 2026

domingo, 13 de setembro de 2026

MÃE DO CANDIDATO A DEPUTADO FEDERAL GIVALDO SILVA, MARIA VIRGÍNIA MORRE AOS 86 ANOS NA BARRA DOS COQUEIROS



Faleceu neste domingo, 13, A Senhora Maria Virgínia de Jesus Silva, mãe do Candidato a Deputado FEDERAL, Givaldo Silva, do ex-vereador Gilvan Pintinho, do Marinheiro Hilton, da Enfermeira Ana Lúcia,da Comerciante Angela, de Angelita, Ana Virgínia, António Henrique, do Marinheiro Gileno e do Marinheiro Hilton.

Ela tinha 86 anos e estava em fase de tratamento para tratamento de saúde decorrente de sua saúde debilitada. Maria Virgínia enfrentava alguns problemas de Saúde, diagnosticada há cerca de um ano.

Natural de Maruim (SE), onde nasceu em 22 de maio de 1942, ela era comerciante. Maria Virgínia era casada com Antônio Henrique (já falecido) e, além do candidato a deputado federal Givaldo Silva, deixa outros 9 filhos dezenas de netos e bisnetos.

A informação do falecimento foi confirmada oficialmente pela filha Que trabalha na área de enfermagem, Ana Lúcia. Os detalhes sobre o traslado do corpo, local do velório e sepultamento será o seguinte:

VELÓRIO E SEPULTAMENTO

O velório de Maria Virgínia, será realizado na OSAF da Barra dos Coqueiros, a partir das 13hs horas deste domingo, 13. O sepultamento acontecerá neste domingo,13, às 16:30hs horas, no Cemitério da Boa Hora em Barra dos Coqueiros Sergipe.
Mais informações: 79998603318 Givaldo Silva 

terça-feira, 8 de setembro de 2026

Eduardo Amorim mostra força e se mantém entre os principais nomes na disputa pelo Senado


Eduardo Amorim - Foto: Plácido Noberto

A pesquisa do Instituto de Pesquisa do Nordeste (INOR) coloca Eduardo Amorim em posição competitiva na corrida pelas duas vagas de Sergipe no Senado Federal.

Na pesquisa espontânea, Eduardo aparece em segundo lugar, com 6,36%, atrás do Delegado André David, que registra 9,81%. Na primeira opção estimulada, Amorim mantém a segunda posição, com 11,87%.

Na segunda opção de voto, Eduardo alcança 12,90% e aparece numericamente na liderança. André David tem 12,80%, configurando empate técnico dentro da margem de erro.

Na soma das duas escolhas, Eduardo Amorim registra 12,38% e permanece na segunda colocação geral. Os resultados mostram um nome lembrado espontaneamente e com força também como segunda escolha — fator importante numa eleição em que cada eleitor poderá votar em dois candidatos ao Senado.

O cenário continua aberto: 56,82% não souberam ou não responderam na pesquisa espontânea.

O INOR ouviu 1.070 eleitores em 31 municípios, entre os dias 1º e 4 de setembro de 2026. A margem de erro é de três pontos percentuais e o nível de confiança é de 95%. O levantamento foi contratado pela Xodó FM e registrado no TSE sob o nº 07359/2026.

Confira matéria completa no Instagram Doug TV News.

quarta-feira, 2 de setembro de 2026

MORADORES DE CONDOMÍNIOS: PRINCIPAIS PROPOSTAS PARA OS MORADORES DE CONDOMÍNIOS DO CANDIDATO A DEPUTADO FEDERAL POR SERGIPE GIVALDO SILVA

Os moradores dos condomínios vertical e horizontal terá voz ativa no nosso futuro mandato na Câmara Federal.


Como candidato a Deputado Federal por Sergipe, temos as propostas para viabilizar uma plataforma legislativa voltada para moradores de condomínios horizontais (fechados) e verticais (prédios), que deve focar em segurança jurídica, desburocratização, sustentabilidade, redução de custos e segurança pública.

Abaixo estão as principais propostas divididas por eixos temáticos para atender às necessidades específicas desse público:

🏛️ Alterações no Código Civil e Segurança Jurídica Modernização das Assembleias Virtuais: Tornar definitivas e simplificar as regras para votações e assembleias 100% digitais ou híbridas, reduzindo o quórum necessário para deliberações travadas.

Flexibilização de Quóruns: Propor a redução de quóruns rígidos do Código Civil para obras estruturais e mudanças de convenção, facilitando melhorias aprovadas pela maioria dos moradores presentes.

Profissionalização e Proteção do Síndico: Criar a regulamentação oficial da profissão de síndico profissional e estabelecer salvaguardas jurídicas para a atuação do síndico orgânico.

🛡️ Segurança Pública e Integração Tecnológica Programa Condomínio Seguro: Incentivar, via emendas e projetos de lei, a integração das câmeras de monitoramento perimetral dos condomínios diretamente com os centros de operação das polícias (como as centrais de videomonitoramento municipais e estaduais).

Botão de Alerta Integrado: Regulamentar sistemas de pânico e alerta precoce conectados às forças de segurança para casos de invasão em condomínios horizontais ou verticais.

🔋 Sustentabilidade e Redução de Custos Isenção Fiscal para Energia Solar: Propor a isenção de impostos federais (como IPI e PIS/COFINS) para equipamentos de energia solar, geradores e baterias adquiridos coletivamente por condomínios.

Estações de Recarga para Carros Elétricos: Criar linhas de crédito federais facilitadas para condomínios antigos se adaptarem com infraestrutura de recarga veicular elétrica, além de padronizar as normas de segurança contra incêndio para essas estações.

Estímulo ao Reúso de Água: Conceder incentivos tributários para condomínios que implementarem sistemas de captação de água da chuva e tratamento de águas cinzas.

💰 Justiça Fiscal e Tarifária Revisão da Cobrança de Saneamento: Proibir a cobrança de taxas mínimas multiplicadas pelo número de unidades (apartamentos/casas) quando houver apenas um hidrômetro global, garantindo que o condomínio pague estritamente pelo que consumiu.

Isenção de PIS/COFINS sobre Taxa Condominial: Garantir em lei que os valores arrecadados para fundos de reserva e benfeitorias não sofram nenhum tipo de bitributação ou incidência de impostos federais.

TRABALHO, DINAMISMO E COMPETÊNCIA.

terça-feira, 1 de setembro de 2026

QUEM É O CANDIDATO A DEPUTADO FEDERAL GIVALDO SILVA

Givaldo Henrique de Jesus Silva, conhecido como Givaldo Silva, formado em contabilidade pela E.D.J.T, Mecânico Geral pelo SENAI, Formado em Rádio e TV, pelo SENAC, Curso de Direito incompleto na FASE, SOAMARINO, Comerciante, trabalhou na Petrobrás S/A, foi militar da Marinha do Brasil, foi considerado um dos melhores marcadores de quadrilha junina década de 90, marcou as quadrilhas Juninas: Coco Verde, Levanta Poeira, Couro Quente e palha verde, foi um dos fundadores do Sindicato dos Metalúrgicos do estado de Sergipe, Foi Presidente da Liga Barrense de Desportos, Foi Presidente do Grêmio Recreativo de Barra dos Coqueiros, Presidente do Brasília Esporte Clube, Diretor Geral da Câmara Municipal de Barra dos Coqueiros, Secretário de Controle interno da Câmara Municipal de Barra dos Coqueiros, Secretário Municipal de esporte e lazer de Barra dos Coqueiros, assessor técnico da das Câmaras Municipais de Capela e Carmópolis, Assessor técnico e de Comunicação da FEPESE, Assessor técnico e consultor dos sindicatos dos servidores públicos de Carmópolis e Propriá, apresentador do Programa SINDSERV EM AÇÃO" na PROPRIÁ FM 104,9, atualmente candidato a deputado federal por Sergipe nas Eleições 2026 pelo partido Solidariedade. 

Perfil Pessoal e Profissional
  • Nome completo: Givaldo Henrique de Jesus Silva.
  • tem 5 irmãos e 4 irmãs.
  • Filho de Antônio Henrique da Silva e Maria Virgínia de Jesus Silva.
  • Tem 4 filhos
  • Tem 5 netos e 5 netas
  • Nascimento: 31 de março de 1966, em Aracaju.
  • Idade: 60 anos de idade.
  • Profissão: Radialista (Rádio e TV) formado em Contabilidade e Mecânica Geral (Torneiro Mecânico, fresador mecânico, retificador mecânico e Ajustador mecânico).
  • Escolaridade: Nível superior incompleto declarado.
  • Estado civil: Solteiro e de cor parda. 
Histórico Eleitoral
  • Eleições 1988: eleito vereador pelo Partido da Juventude.
  • Eleições de 2024: Suplente de deputado estadual pelo PTB.
  • Votação 2014: Alcançou 1.753 votos totais.
  • Eleições 2018: Candidato a deputado federal pelo PV.
  • Votação 2018: Obteve 1.048 votos na disputa.
  • Eleições 2020: Candidato a vereador em Barra dos Coqueiros pelo PSD. 
Candidatura em 2026
  • Cargo: Disputa vaga na Câmara dos Deputados.
  • Partido político: Filiado ao Solidariedade.
  • Número de urna: Concorre utilizando o número 7733.
  • Patrimônio declarado: Bens somam valor de R$ 0,00.
  • Situação eleitoral: Candidatura aguardando julgamento no Tribunal Superior Eleitoral.

UM SALÁRIO MÍNIMO E MEIO É A PROPOSTA DO CANDIDATO A DEPUTADO FEDERAL GIVALDO SILVA PARA O AUMENTO MENSAL DO SEGURO DEFESO DOS PESCADORES E OUTROS DIREITOS.


O valor oficial do seguro-defeso pago aos pescadores artesanais é de um salário mínimo mensal durante o período em que a atividade pesqueira fica proibida para a reprodução das espécies. O Candidato a Deputado Federal, Givaldo Silva, se eleito vai legislar para que o valor seja superior a Um salário mínimo e meio, por achar que muitos pescadores são prejudicados com o recebimento de apenas um salário mínimo.

Detalhes sobre o Benefício
Valor atual: Corresponde a 1 salário mínimo por mês de paralisação. Deve passar para um salário mínimo e meio por mês de paralisação.

Propostas e Projetos: Essas discussões e projetos no Congresso Nacional envolvendo o seguro-defeso, vai ser apresentado se eleito pelo Soamarino Givaldo Silva, que visa permitir o acúmulo com trabalho temporário de até um salário mínimo e meio, com a  alteração, será 
fixado um nono valor base do benefício em um salário mínimo e meio. E muitas outras propostas Givaldo Silva tem para os pescadores e Aquicultores de Sergipe e do Brasil.

O CANDIDATO A DEPUTADO FEDERAL SOAMARINO GIVALDO SILVA 7733, Já foi Assessor técnico da Federação dos pescadores e Aquicultores de Sergipe, da Colônia de pescadores e Aquicultores de Propriá, da Colônia de pescadores e Aquicultores de São Cristóvão e de outras colônias e associações de pescadores.

domingo, 16 de agosto de 2026

IFP CONFIRMA EM PESQUISA LIDERANÇA DE GIVALDO SILVA PARA CANDIDATO A DEPUTADO FEDERAL NA FEDERAÇÃO SOLIDARIEDADE/PRD EM 2026. 1° LUGAR.

RUMO A VITÓRIA! 1° LUGAR NA FEDERAÇÃO SOLIDARIEDADE/PRD.

A pesquisa eleitoral registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número SE-04226/2026 foi realizada pelo Instituto França de Pesquisa (IFP) entre os dias 10 e 12 de agosto de 2026, com foco principal nos cargos majoritários (Governo e Senado) de Sergipe.

VEJA A MÚSICA DE GIVALDO SILVA NO YOU TUBE E COMPARTILHE!

Embora o levantamento tenha sido temporariamente contestado juridicamente antes do prazo inicial de divulgação por alegadas inconsistências metodológicas, dados e análises regionais associados a esse registro foram amplamente veiculados na imprensa local no final de semana de 15 de agosto de 2026.

Abaixo estão os detalhes consolidados sobre o levantamento e o posicionamento do candidato citado:

A Situação de Givaldo Silva e a Coligação Solidariedade/PRD.
Nas aferições gerais para o cargo de Deputado Federal por Sergipe, a nominata da federação/coligação Renovação Solidária (composta pelo Solidariedade e pelo PRD) traz o nome de Givaldo Henrique de Jesus Silva (conhecido nas urnas como Givaldo Silva, número 7733).Desempenho Geral Espontâneo: Nos cenários gerais e pulverizados de intenção de voto do IFP para a Câmara Federal (que historicamente registram mais de 65% de eleitores indecisos ou que não sabem responder em consultas espontâneas), as intenções de voto nominais individuais figuram em frações percentuais de base (na faixa de 0,10%).

Liderança Interna: A afirmação de que Givaldo Silva "lidera o grupo" refere-se à sua posição relativa de destaque dentro da lista interna de sua própria coligação/federação (Solidariedade/PRD). Em coligações menores, pequenos volumes de menções nominais concentradas bastam para posicionar o candidato na vanguarda do seu agrupamento partidário na busca pelo quociente eleitoral.

Resumo Técnico da Pesquisa SE-04226/2026 Instituto Responsável: Instituto França de Pesquisa, Inteligência e Opinião (IFP).
Período de Campo: 10 a 12 de agosto de 2026.
Amostragem: 2.400 eleitores entrevistados em diversas regiões do estado de Sergipe.
Margem de Erro: 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Intervalo de Confiança: 95%.


quinta-feira, 13 de agosto de 2026

SINDSERV PROPRIÁ e Prefeitura de Propriá avança no diálogo por melhorias para os servidores municipais

Reunião na sede da Prefeitura reforçou a importância do diálogo e estabeleceu a criação de um grupo de trabalho para acompanhar projetos e pautas de interesse dos servidores
Na mesa semana de agosto, foi realizada, na sede da Prefeitura de Propriá, uma importante reunião entre representantes do SINDSERV/Propriá e a assessoria da Prefeitura Municipal. O encontro teve como principal objetivo fortalecer o diálogo institucional e avançar nas discussões de projetos e medidas voltadas à valorização, à segurança jurídica e à melhoria das condições de trabalho dos servidores públicos municipais.

Durante a reunião, tratada com o assessor jurídico da Prefeitura de Propriá, Dr. Rafael, foi destacada a importância de construir uma parceria baseada no diálogo, no respeito e na busca de soluções que possam beneficiar tanto os servidores quanto a administração pública e, consequentemente, toda a população de Propriá.

Entre as pautas discutidas estão projetos e propostas que já se encontram em tramitação ou sob análise do Executivo Municipal, incluindo:

- Mudança de nomenclatura dos auxiliares de enfermagem para técnicos em enfermagem, conforme os encaminhamentos e requisitos legais aplicáveis;

- Projeto de lei para transformar a função de motorista de ambulância em condutor de ambulância;

- Projeto de lei para criação do cargo de guarda-vidas no município;

- Discussões relacionadas ao novo Plano de Carreira dos servidores municipais;

- Regulamentação das atividades insalubres e perigosas, com atenção aos direitos dos servidores;

- Regulamentação para criação da Comissão Permanente de Avaliação dos Servidores;

- Discussão sobre incentivos vinculados ao tempo de serviço, incluindo a proposta de 15% para servidores com 20 anos de efetivo exercício e 20% para aqueles com 30 anos, conforme os critérios a serem estabelecidos na regulamentação;

- Valorização dos servidores que possuem cursos de qualificação e titulação relacionados à sua área de atuação;

- Discussão sobre a criação de uma iniciativa de parceria público-privada para fornecimento de cesta básica aos profissionais da limpeza;

- Regulamentações previstas no novo Estatuto dos Servidores, entre elas a discussão sobre o vale-alimentação;

- E a necessidade de realização de concurso público, considerado fundamental para o fortalecimento e a renovação do quadro do serviço público municipal.

Grupo de trabalho para acompanhar as pautas

Um dos principais encaminhamentos da reunião foi a criação de um grupo de trabalho, que deverá se reunir periodicamente para acompanhar cada uma dessas pautas, discutir os avanços e buscar os encaminhamentos necessários junto ao Poder Executivo.

Para o presidente do SINDSERV/Propriá, Jânio Melo, o resultado do encontro trouxe esperança e demonstra que o diálogo pode produzir avanços concretos.

“Saímos da reunião esperançosos com a disponibilidade demonstrada pela Prefeitura em dar a devida importância às pautas dos servidores. Nosso objetivo é garantir dignidade, segurança jurídica, melhores condições de trabalho, salários mais justos e, consequentemente, uma aposentadoria mais digna para todos os servidores.”

A reunião também reforçou a disposição do sindicato em manter uma relação institucional aberta com a administração municipal, sempre buscando defender os interesses dos servidores por meio do diálogo e da construção conjunta de soluções.

O SINDSERV destaca ainda a parceria institucional com o prefeito Luciano de Menininha, acreditando que a união de esforços poderá gerar resultados positivos para os servidores, para a Prefeitura e para o município.

“Parceria boa é aquela em que todos ganham. Quando Prefeitura e servidores dialogam, quando o sindicato participa e quando existe união em torno de objetivos comuns, quem ganha é toda a população de Propriá.”

Participantes

Participaram da reunião o presidente do SINDSERV/Propriá, Jânio Melo; o assessor jurídico da Prefeitura, Dr. Rafael; o assessor jurídico do sindicato, Dr. Antônio; o assessor técnico do SINDSERV, Givaldo Silva; e o secretário-geral do sindicato, Dr. Sérgio Barros.

O SINDSERV/Propriá reafirma seu compromisso de continuar acompanhando cada uma dessas pautas e mantendo o diálogo permanente com o Poder Executivo.

SINDSERV/PROPRIÁ — JUNTOS SOMOS MAIS FORTES!

sexta-feira, 7 de agosto de 2026

FEDERAÇÃO SOLIDARIEDADE E PRD OFICIALIZAM EM SERGIPE CANDIDATOS A DEPUTADOS FEDERAIS E CONFIRMAM APOIO À REELEIÇÃO DE FÁBIO MITIDIERI

Federação Renovação Solidária homologou 9 candidaturas para deputado federal  em Sergipe e deixou decisão sobre as vagas ao Senado para os candidatos decidirem.

A federação de  Solidariedade e PRD oficializou seus candidatos e o apoio para a reeleição a Governador de Fábio Mitidieri na  quarta-feira (05), em Sergipe.

Foram homologadas 09 candidaturas para a Câmara dos Deputados. Todos os candidatos são do Solidariedade .

A escolha do candidato ao Senado ficou a critério dos candidatos. 

Representantes de Solidariedade e PRD participam de convenção para oficializar candidaturas a deputado e registrar apoios nas disputas majoritárias. 

Os diretórios estaduais do  Solidariedade e do PRD, que compõem a federação Renovação Solidária, realizaram na tarde de quarta-feira (05), no Centro de Convenções de Sergipe, a convenção que oficializou os candidatos da legenda para as eleições de 2026.

Durante o encontro, os partidos também ratificaram o apoio à candidatura do governador Fábio Mitidieri (PSD) à reeleição ao Governo de Sergipe.

A federação homologou 09 candidaturas à Câmara dos Deputados federais. 


Entre os candidatos a deputado federal, terá 4 mulheres e 5 homens na disputa. Pelo Solidariedade, serão nove.
VEJA OS CANDIDATOS A DEPUTADO FEDERAL HOMOLOGADOS NA CONVENÇÃO:

Giovanna Rocha
Lene Hall
Givaldo Silva
Dr. Sérgio Mendonça
Soares Pinto
Moacir
Fabiana
Vitória Simões
Gleidoaldo.

Na Convenção o Presidente da Federação SOLIDARIEDADE e PRD, Valadares Filho, falhou da importância da convenção e também o Presidente estadual do PRD, Airton Costa.